Filha acaba com herança deixada pelo pai e mata a mãe por mais dinheiro
Patrícia Letícia Bittencourt tentou enganar a polícia ao viajar para o interior de São Paulo logo depois de matar a mãe
As investigações
De acordo com Anderi, Mariana Arlete foi assassinada no dia 27 de abril, uma semana antes de ser encontrada. A filha, Patrícia, simulou surpresa ao encontrar o corpo, mas matou a mãe e viajou para Caraguatatuba, o que demonstra a premeditação.
O exame pericial constata que a idosa foi morta por asfixia com clorofórmio. Além disso, a filha ainda tentou queimar o corpo utilizando mantas encharcadas com querosene, uma vela parcialmente consumida e objetos inflamáveis no local, com o objetivo de iniciar um incêndio lento que destruísse o corpo e a cena do crime. O local, no entanto, não queimou como fira planejado pela filha.
Nas investigações os policiais coletaram uma série de provas, que foram determinantes, como, por exemplo, o fato de Patrícia ter feito dezenas de pesquisas na internet nos dias que antecederam o crime. Numa delas, pesquisou como se carboniza um corpo usando clorofórmio. Pesquisou, também, sobre quanto tempo o clorofórmio demora para sair do corpo e quantos dias a perícia detecta causa de uma morte. Fonte: EM

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